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Nome: Larissa
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Cor: Azul?!
Amo: Sair com amigos, zuar em festas, curtir a vidaaA, chocolate (yummie!)
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12:29 PM

Ah... eu mudei um pouco o final, pq antes tava parecendo mais um roteiro de novela mexicana hehee
Tava horrivel, axo que desse jeito ficou melhor... nao sei... se alg ler isso, comentem por favor, soh pra eu saber se ficou meio bom... pq na verdade, axei horrivel, mas eu tava precisando me comunicar, me expressar!
°*° EXPRESS YOURSELF, DON'T REPRESS YOURSELF!!! °*°


Rabiscado por LariDue

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12:25 PM

Aqui vai um texto que fiz, ontem, meio inspirada...

°*° Momentos de inspiração °*°

Confissões de uma adulta
Desde pequena sempre ouvi da mulher que me criou que não se pode ser fraca, falava que todos me feririam quando pudessem, e que iria me transformar em uma mulher forte e independente, pronta para a vida. Pensando melhor, acho que era a forma dela de me proteger, ao invés de deixar os outros me magoarem, fazia-o sozinha. Falava que eu era igual ao meu pai, um bêbado e fracassado que a largara grávida de sete meses, a quem eu não conhecia, a não ser por fotos. Mas não nego, acho que tínhamos mesmo uma semelhança incrível. Aquele era um assunto sagrado, ao qual ninguém poderia tocar.
Quando você cresce ouvindo todos os dias as mesmas coisas da pessoa que cuida de você, se força a acreditar nessas palavras. Mesmo porque, você realmente achava que eram verdadeiras. Tínhamos regras, eu a considerava minha heroína quando era pequena, que me salvaria de todo e qualquer mal, sem perceber que ela era o meu mal. Pensava que talvez ela pudesse ver minha alma e desvendar meus segredos e desejos mais íntimos, por nos achar tão parecidas, mas a última coisa que eu realmente queria, era ter algo haver com ela. Ouvindo essas coisas, meu desejo de crescer e ir mais além aumentavam à medida que minha angústia e sofrimento também.
Essas simples, mas cruéis palavras me feriram e me tornaram fria e gélida, me fortalecendo até.
Estava cansada da vidinha suburbana que levava, desejava viajar pelo mundo, conhecer novas culturas e, até mesmo, quem sabe, descobrir o segredo dos sete mares. Acho que em muito devia a ela, que não conseguia realmente ser uma mãe amorosa no consentimento de pessoas normais, mas me amava, eu sei, a seu modo. Era a mulher que tinha cuidado de mim muitas vezes enquanto estive de cama com febre, enquanto ninguém mais se importava, ela se importou, e por isso devia-lhe respeito. Odeio admitir, mas eu a amava com todos seus defeitos.
Infelizmente, ela tinha um grande e terrível controle sobre mim... Por mais que eu me esforçasse, por mais que eu tentasse, sempre estava atrás de sua aprovação... E isso estava me matando aos pouquinhos.
Com os anos, tudo piorou. Veio vestibular, faculdade, era muita pressão... Tudo mudava tão rápido e eu não conseguia mais acompanhar o compasso da música... A triste e infame melodia do mundo... Como eu queria ser mais forte ou mais hipócrita para jogar conforme as regras do jogo... Conforme as regras que ela mesma tinha implantado (ou será que tinha sido eu?).
Nada mais fazia sentido. Eu só queria me achar, achar aquela pequena e alegre garotinha de antigamente, que estava contente com sua vida, esta havia desaparecido há anos, não queria mais ser essa menina fria e ácida que tinha me tornado, em que ela havia me transformado. Foi a partir desse dia em diante que resolvi que faria alguma diferença... Poderia ser pequena, mas eu significaria algo para alguém, para muitos, talvez... Sem aspirações políticas nem nada, pois quando fiquei mais velha percebi que não poderíamos mudar um sistema que não aceita críticas e que não quer ser ajudado nem alterado.
Acho que, pensasse que com a aprovação de alguns, teria sua aceitação. A aceitação da própria mãe. Nunca tive apoio nenhum, ou talvez tivesse todos de uma forma calada. Nunca saberei, ainda mais agora.
Com sua morte, posso sentir a falta que me fará. Anos e anos lutei por uma distância, lutei por um afastamento a qualquer ligação que poderíamos ter. É engraçada a vida, quando você está em busca de algo, nunca o encontra, e agora, em que estou tentando buscar alguma aproximação, não a acho. Um grande paradoxo cheio de dúvidas e confusões. Será que minha vida se resumirá nisso?
Vidas vêm e vão, é uma existência muito inexistente... Minha mãe foi alguém para mim, mas posso dizer o mesmo em relação aos outros? Realmente acho que não. Atualmente a vejo com outros olhos, ser uma mãe solteira não era fácil naquela época. Até hoje não é muito, vivemos em um mundo machista, cheio de preconceitos e regras hipócritas. Não se poder ser bonita sem sofrer julgamentos, mas todos desejam ser ou ter. Outro paradoxo...
Quando entrei na fase da adolescência, queria ter meus próprios pensamentos, e aquilo era mais do que a minha mãe poderia suportar, uma mulher controladora e mesquinha. Depois de muitas brigas, o jeito foi sair de casa. Não tinha um pai a quem recorrer, nem parentes próximos. Tive que me virar sozinha, então resolvi que nunca mais veria ou teria contato com ela.
Mas quando as mágoas sempre passaram, resolvi procurar ela de novo. No final, todos partem. Foi uma lição dura que aprendi. Eu seguia cada ensinamento dela, mesmo que isso me ferisse várias vezes, mas eu aprendi a superar todos.
Encontrei nosso antigo apartamento quase vazio, a não ser pelo cheiro de podridão que pairava no ar e um sofá-cama na sala. Lá estava ela, morta.
Depois de anos, encontro minha mãe, que outrora tinha sido a rainha do baile de formatura de seu antigo colégio e venerada por todos os garotos, naquele estado deplorável, parecia que estava assim há mais de uma semana, o porteiro falara que a última vez que a tinha visto foi no sábado, indo ao mercado. E ninguém sentiu sua falta... Nem ao menos notaram a sua ausência.
SOLIDÃO. Acho que esse era seu maior medo. A solidão realmente espantava a todos, mas acho que não da forma que a amedrontava. E eu deixei que ela morresse sozinha... Talvez ela mesma colheu o que plantou. Mas um sentimento de arrependimento me invadiu.
Agora estou aqui, tentando me lembrar dos momentos bons que estive com ela, mesmo sendo poucos, e a maioria na infância, não consigo mais guardar mágoas. Continuo a amando, verdade, mas a partir de hoje, meu respeito é muito maior. Uma mulher sofrida, ela conseguiu vencer na vida, mas nunca conseguira o que realmente queria: amor. Ela me moldou, se sou essa mulher de hoje, é graças a ela. Lógico que preferia que tudo tivesse sido diferente, mas se não foi, o que posso fazer? Só queria agradecer-lhe por tudo, mesmo parecendo um tanto quanto conformista. Ela estava querendo me ensinar à lição da sua vida, se esquecendo que eu tenho a minha própria. Mas desse jeito, consegui maior autonomia e, talvez, um amor maior.
Muitas pessoas entraram e sairam da minha vida, mas ela me marcou, ficará sempre guardada aqui, no meu coração, não sei se por ser minha mãe, não sei se por ter sido uma guerreira. Sei que a desculpo por tudo e queria que ela soubesse disso, pena que já é tarde demais...


Rabiscado por LariDue

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11:13 PM

Aki to eu de novo... depois de 2 dias (ah! nem eh muito)... tb nem divulguei esta troça p ning... hehe (e será q vou?! pff... tb axo q ning ainda perde tempo com essas coisas... soh eu msm)
Hj eu comecei meu teste vocacional, foi em grupo (com as minhas amigas hauahuah)... puta, eh moh terapia akilo... acho q qdo acabar isso vou kerer continuar fazendo alguma coisa desse tipo, que envolva dinamica, ou sei lah, conversa msm.... (hauahua um analistaaaaA!!) eh manero sim... mas jah vi q nem vou ter paciencia pros testes normais, tipo fiz um de concentração hj... caralho, n consegui destinguir um A (a) de um D (d) hauahua... eles tavam em letra minusculas tb neh?! e muuuiito mal feitos.... hauahauahua sempre tem alguma desculpa neh?! ning merece!!! mas dps eu vejo o resultado, mas axo q concentraçao = ZEROOO!!!
Depois fiz umas paradas ae colocando meio que meu jeito sabe.... akelas perguntinhas de sempre... mas tenho moh interesse por isso... acho manero tentar "desvendar" a natureza humana (se eh q algum dia alg irah fazer isso, neh?! duvido muito, masss)
Ahn... acho que eh soh.... qdo tiver mais coisas interessantes pra contar (pra mim mesma neh?! hehe) escreverei de novo no blog... ah! na minha aula de espanhol aprendi uma musica muito tosca, mas bonitinha do Henrique Iglesias (???), axo q era esse homem, n lembro... E ela n sai da minha cabeza... ou cabeça!!! hehe axo q eh a "silla de la orilla" (n lembro nem o nome, mas eh algo assim... sei q tem silla... e orilla na letra hauahua)
BJUCOS


Rabiscado por LariDue

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7:58 PM

Oi... resolvi fazer um blog de novo, mas nem sei se vou ter saco de continuar com esse.....É a vidaaaA...
Sem nd d novo p fazer...
Fiz a prova da UERJ... pff sem comentaaariooosss neh?! hauahua acertei 31 na marra... conceito: "C"... pow melhor q nd... pelo menos agora jah tenho uma noçaozinha d como eh essa parada de vestibular, mas é lógico que sem pressao nao é a msm coisa...
Ano q vem que vai ser foda de verdadeee... kero nem pensar nisso... decidir jah meu futuro...
E eu to preparada jah p isso???! pow, n consigo nem me achar aki, qto mais decidir algo tao importante... puta merda! vai ser a minha vida neh?! Pow, o tempo passa moh rapido... o segundo de agora, nao eh mais o msm.... putz! Bem que falam: "O TEMPO NAO PÁRA!!!"... Essas simples palavras resumem toda a nossa vida... Ah! To moh a fim d ver Cazuza... qm for m xama!!! hauahuahaua pq geral tah falando, falando, mas nunca vaaaooo... To esperando, ow vakinhas! hehehe
Eh... é soh isso msm...
Kero ver Moulin Rouge hj hauahuahau Jah é viciooo, neh n?! Ameeeiii msm esse filme!!! Lindo ele, recomendo sempre... mas soh tb se tu tiver saco, pq eh meio musical (completamente), e pow, no começo eu tb tava axando um saco (n sei se pq tinham m falado q era chato, ou pq tava chato msm)... mas o final eh a coisa mais maravilhoooosaaa!!! hehehe... Toda sonhadoraaaa. ning merece hehehe
Vlw, fui...
BJINS =**


Rabiscado por LariDue



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